A Rapidinha com Leitor está entre nós e voltou com força total com a história do A.L. que me enviou essa história á séculos atrás, mas ela era boa demais pra cair no esquecimento. Aprendam a lição, garotinhos:

“Acho que um das grandes missões do homem nesta vida (na acepção de “sexo masculino” de orientação sexual normal) é encontrar amigas ou “conhecidas” (mulheres, aqueles seres que gostam de rôla) que gostem de fazer sexo sem compromisso, a famosa “amizade colorida”, sem traumas nem dor de cabeça. Tô falando de amigas de verdade, de carne e osso (ia dizer de bunda e peito… dããã), que você conversa ao vivo e dá aquela “secada” básica, não daquelas que se encontram na internet…

Então tá. Um dia encontrei a minha amiga. Felicidade total. Um mané como eu tinha que ficar feliz mesmo e agradecer aos céus (é heresia falar assim?). Mas aí deu que a “amizade colorida” durou só um dia (a outra amizade durou mais, mas aí não me interessava tanto…). Sabe por quê? Eu tentei dar uma de escroto quando não deveria. E uma coisa eu aprendi: se você não é escroto, não tente ser escroto!

Vamos aos fatos. Mulheres que dão muito fácil geralmente viram notícia entre os homens. É quase uma questão de sobrevivência da própria raça e fator de afirmação social espalhar que comeu fulana. Daí se a fulana deu pra mais de três, a notícia se espalha muito mais rapidamente. E então eu soube através de um comilão que ela havia dado pra mais de três e, tcharaaam, prontamente entrei na fila, esperando a oportunidade. Quem sabe um dia ela olhava pros meus olhos (que a comiam) e pensava “vou dar pra esse cara”?

Aí ela resolveu dar mesmo. Uia! Não vou dizer como ela apareceu lá em casa quando estava sozinho pra não alongar tanto o texto, mas o fato é que ela foi dressed to kill demais pra eu deixar passar em branco. Afinal, usar blusa de alça sem sutiã deixa qualquer um armed and dangerous (se seu ingrês anda mal, problema o seu). Foram quase duas horas de conversa jogada fora até que usei a velha tática de pegar alguma coisa perto dela e deixar o cotovelo encostar sem querer nos peitos! Aí se a mina não reclamar, ou ela tem os peitos dormentes (chance de 0,01%) ou já autorizou a “festa na floresta” (99,99% yeeeaaahhh!!!).

Festa na floresta iniciada, chupa peitões, tira calcinha, mão naquilo, aquilo na mão, bota a camisinha, engata um cachorrinho. E não é que ela adorava putaria da braba? Quando deu aquele intervalinho depois da primeira, eu já recarregando as baterias, foi aí que deu-se a merda!

Pelada e deitada na minha frente, com cara de Lucélia Santos em “bonitinha mas ordinária”, ela deixa de lado por uns instantes a “porção puta” e me pergunta docemente:

- Me diz… há quanto tempo você é afim de mim?

E eu, me achando o maior escrotão da face da terra (afinal estava diante de um “boi manso”, como diz aquela gíria meio ridícula), dou uma risada e, achando que ela era puta demais e só queria “trepar, trepar e trepar e não ter a vergonha de ser feliz”, falo prontamente:

- Olha, faz uns 10 minutos!

O resto da história é triste demais para eu contar os detalhes. Só sei que ela vestiu a roupa rapidamente e aquela cara de decepção, sem viadagem nenhuma, me cortou o coração. Tentei contornar a “cagada”, mas atrás do meu sorriso amarelo estava um homem quase em desespero em busca da buceta perdida! Aí meu amigo, não tinha mais jeito. Não teve remendo que contornasse a situação. Ela foi embora com aquela cara indignada de “olha eu não sou piranha” ou de “eu gostava de você mas você é um crápula”, enquanto eu tive que me contentar depois com uma punhetinha solitária pra descarregar o resto da pistolinha (obs: bater uma punheta com um gosto de buceta na boca – de verdade – é meio surreal).

Não precisa nem dizer que depois disso ela esfriou pro meu lado e nunca mais tive a oportunidade de continuar o serviço. Até liguei umas duas ou três vezes pra casa dela e depois da terceira desculpa esfarrapada para não sair comigo, entendi o recado! Acho que ela resolveu dar pra um outro alguém com um mínimo de romantismo e também canalhice suficiente pra mentir descaradamente e dizer algo do tipo “olha gostosa… sempre teve uma quedinha por você”.

Então amigos… experiência própria! Se você não é escroto, não tente ser escroto! Eu como não sou escroto, não tinha outras amigas afim de me dar a buceta e morri na mão, literalmente”.

Moral da história: Por mais que a mulher seja ‘liberal’, cabeça aberta e dada, ela ainda gosta de se enganar que é pura e casta. Um bom cafajeste trata todas as mulheres com pseudo romantismo e delicadeza e com isso sempre garante a segunda foda.

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