Cerca de 2 semanas atrás o Theo do Ato ou Efeito me convidou pra escrever um texto no site dele, e como ele não me deu um tema eu escolhi algo aleatório e atual. A Fernanda Yong ainda não tinha confirmado se ia mesmo ser capa da Playboy ou não, e agora que saiu a confirmação eu resolvi compartilhar o texto aqui com vocês, apesar de ser um tipo de postagem um pouco diferente do que vocês estão acostumados aqui.
Fernanda Young na Playboy e o fim do onanismo de várzea
O Brasil é um país hipócrita – ótima frase pra começar um texto, hein? Agora eu poderia discorrer sobre aproximadamente novecentos e trinta e quatro temas diferentes e todos iriam corroborar com a minha frase, mas a hipocrisia que assola esse país chega a me dar náuseas. Mas chega de encher linguiça aqui e vamos direto ao ponto.
Tenho lido na imprensa ultimamente muitos comentários acerca da possível capa da Playboy com a Fernanda Young, cheguei até a ler que a revista estava pensando em privilegiar a celebridade e não a beldade. Agora eu pergunto: Quantas vezes a Playboy já não publicou capas de bom gosto duvidoso no passado? Hortência do basquete e a cantora Marina Lima são só 2 exemplos disso.



Porque homem é incapaz de não prestar atenção numa gostosona, e no fundo isso funciona mesmo, afinal, quem não sabe que a a garota propaganda da Antarctica é a Juliana Paes? E porque, coisas de cunho sexual realmente chamam atenção, então funciona mesmo, e se eu fosse publicitário ia seguir sempre esse caminho também. O que não quer dizer que eu prefira Antarctica à Bohemia por exemplo, mas sempre que eu vejo a propaganda eu presto atenção, nem que seja na bunda da Juliana Paes.
Mulheres, não nos culpem por pensar quase sempre com a cabeça de baixo, é mais forte do que nós, é algo inerente ao homem, não exijam muito. É o que eu sempre digo pra minha mulher: “Traz ai a minha cerveja e faz aquele boquete” e deixa esse negócio de pensar pra mais tarde.




































